
Nos últimos quatro meses, o programa de equoterapia de Guaratinguetá, que atendia cerca de 50 crianças cadastradas, encontra-se paralisado. As terapias, desenvolvidas com o auxílio de cavalos e conduzidas por profissionais especializados, eram realizadas no recinto de exposições da cidade. Nossa equipe de reportagem esteve no local e constatou a situação de abandono e decadência da estrutura.
Recentemente, foi realizada uma licitação com o objetivo de retomar o serviço. No entanto, o processo não obteve êxito, já que nenhuma empresa conseguiu atender às exigências estabelecidas no edital. Até o momento, a Prefeitura não esclareceu os motivos que levaram ao fracasso da licitação, se por ausência de documentação adequada, incompatibilidade nos valores propostos ou outros fatores técnicos.
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Diante disso, surgem questionamentos importantes: quantas empresas participaram do processo licitatório? Qual era o valor previsto para a contratação? E, principalmente, onde estão sendo atendidas atualmente essas 50 crianças que dependiam da equoterapia para o seu desenvolvimento?
A falta de respostas gera preocupação entre familiares e a população, especialmente diante da relevância do tratamento, que contribui significativamente para a evolução física e emocional dos pacientes.
Deixamos o espaço aberto para que a Prefeitura Municipal, bem como os pais das crianças atendidas, possam se manifestar e prestar esclarecimentos sobre a situação.
































