Enquanto o Carnaval de Guaratinguetá tem início nesta semana com investimentos milionário, pais de alunos da rede pública municipal convivem com uma realidade preocupante: o início do ano letivo sem a entrega de material escolar.
A gestão do prefeito Júnior Filippo tem demonstrado, por meio de suas próprias decisões administrativas, quais são suas prioridades. Além dos altos valores destinados à realização do Carnaval, a Prefeitura anunciou o repasse mensal de R$ 581 mil em subsídio à empresa responsável pelo transporte público da cidade.
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Para muitas famílias, a conta não fecha. Em meio a dificuldades financeiras enfrentadas por grande parte da população, a falta de material escolar básico para estudantes da rede municipal levanta questionamentos sobre planejamento e responsabilidade com a educação.
O próprio prefeito informou que a previsão para entrega do material escolar é apenas no final do mês de março, enquanto os uniformes devem ser disponibilizados somente no final de abril. A informação aumenta a insatisfação de pais e responsáveis, já que os alunos iniciam o ano letivo sem itens considerados essenciais para o aprendizado e a organização escolar.
Como se não bastasse, vereadores, cuja função constitucional é fiscalizar e cobrar ações do Poder Executivo articulam um pedido de aumento dos próprios salários para R$ 17.596,21. A movimentação tem gerado ainda mais revolta popular, ampliando o sentimento de distanciamento entre representantes públicos e a realidade da população.
A insatisfação crescente é um dos principais combustíveis para a passeata da desaprovação do Prefeito e dos Vereadores, marcada para o dia 29 de março de 2026, às 9h, na Avenida Presidente Vargas.
Moradores cobram transparência, prioridade na educação e compromisso com serviços essenciais antes de investimentos festivos e reajustes salariais no Legislativo.
O espaço permanece aberto para que o Poder Executivo e o Poder Legislativo se manifestem sobre os apontamentos apresentados.






























