Início Notícias Guará Casos de negligência e imperícia na saúde de Guaratinguetá avançam para a...

Casos de negligência e imperícia na saúde de Guaratinguetá avançam para a Justiça e mobilizam equipe de advogados e peritos especializados

37
0

Ações judiciais estão sendo protocoladas em investigação sobre morte de criança sob denúncia de imperícia e negligencia médica com violência obstétrica.

Uma equipe composta por advogados e peritos especialistas em saúde já estão protocolando ações judiciais relacionadas a dois casos distintos ocorridos em Guaratinguetá, que levantam questionamentos graves sobre condutas médicas, negligência e imperícia na realização de protocolos medicos e possível violação de direitos da paciente ocasionando violência obstétrica.

*Clique “AQUI e passe a nos seguir no Instagram do Jornal de Guará e seja mais informado através de vídeos e imagens. >>A Informação a um Click de Você!<<

O primeiro caso envolve a morte da pequena Yasmin, de apenas 2 anos de idade, ocorrida sob suspeita de negligência médica. De acordo com as informações apuradas, a equipe jurídica de especialistas em casos de erro médico já iniciaram os procedimentos para representação no ministério público contra os responsáveis e instituição pelo atendimento enquanto peritos analisam prontuários, exames, laudos e demais documentos técnicos com o objetivo de identificar eventuais falhas, omissões ou condutas inadequadas durante o atendimento médico.

O segundo caso refere-se à denúncia feita por Sabrina, que afirma ter sido submetida a uma cesariana sem seu consentimento e que teve o útero retirado sem autorização prévia o que configura violência obstétrica e violação dos direitos da pacinte. No relato, a paciente confirma através de exames que tudo corria bem com o bebê de 26 semanas e segundo o médico que prestou primeiro atendimento que Apesar da intercorrencia dava pra segurar a gestação. Sabrina afirmou durante a abordagem da enfermagem que desejava manter a gestação pelo maior tempo possível, na tentativa de preservar a vida do bebê, decisão que, segundo ela, não teria sido respeitada pela equipe médica. A ação judicial também está sendo preparada com base em violência obstétrica e possíveis violações ao direito à autonomia da paciente e a falta de consentimento da cesaria e retirada do útero.

Ambos os casos encontram-se em fase avançada de apuração, com atuação conjunta de advogados, peritos médicos e outros profissionais habilitados. As ações judiciais em andamento buscam responsabilização cível,criminal e administrativa, caso sejam confirmadas irregularidades, além de assegurar justiça às famílias envolvidas.

Os familiares aguardam respostas e reforçam a importância de transparência, rigor técnico e responsabilidade na condução das investigações, destacando que a iniciativa visa não apenas a reparação dos danos, mas também a prevenção de novos casos semelhantes no sistema de saúde do município.

Clique AQUI e comente no Facebook do Jornal de Guará